domingo, 25 de janeiro de 2009

Semana de 19 a 23 de Janeiro

Ao longo desta semana desenvolvemos aspectos fundamentais para a realizaçao do nosso projecto final: O documentário.
Estivemos a fazer a reunião dos tópicos fundamentais a tratar no documentario; tratámos do trabalho escrito, tendo ja ficado pronta a introdução e fizemos pesquisas sobre o tema.

Poverty Pictures, Images and Photos

segunda-feira, 19 de janeiro de 2009

Miséria



Infelicidade é não ter ninguém que nos abrace, é estarmos sozinhos.
Este cartoon revela isso...

Semana de 12 a 18 de Janeiro

O trabalho desta semana resumiu-se ao seguinte:
Na terça feira, dia 13 de Janeiro, os elementos do grupo reuniram-se na aula para discutir aonde será apresentado o documentário(projecto final). Foi também nesta aula que continuámos a pesquisa de informação para o trabalho e foi tempo de acabar o guião para o teatro que irá constar no documentário.
Na quarta feira, dia 14 de Janeiro, dividimo-nos em grupos de dois e fizemos as seguintes tarefas: pesquisa de vídeos e documentos para o documentário e para o trabalho escrito; realização das cartas a enviar para as entidades responsáveis dos locais aonde iremos apresentar o trabalho; elaboração da introdução do trabalho escrito.
Durante o resto da semana os elementos do grupo continuaram com a realização das tarefas, iniciadas na última aula, a fim de as acabar!

quinta-feira, 15 de janeiro de 2009

Notícia

"BAIRRO DAS PALMEIRAS

Verificamos que o esforço de pessoas e instituições do Barreiro, que se dedicam à causa dos pobres e dos excluídos é, infelizmente, insuficiente, face à dimensão que o problema assume. Isto revela, de modo flagrante, o défice de empenhamento que existe, em confronto com aquilo que urge realizar perante tanto sofrimento gerado pela pobreza.

Não querendo ser Madre Teresa de Calcutá, não posso deixar de tecer algumas considerações sobre o Bairro das Palmeiras, a fim de sensibilizar os Barreirenses a fazerem uma reflexão crítica, acerca do grave problema de pobreza e de exclusão que grassa, com maior incidência, naquela parte da cidade do Barreiro.
Poucos de nós temos dedicado o melhor das nossas vidas em favor dos mais desfavorecidos, sobretudo daqueles que se debatem com situações massivas de pobreza e de fome.
Verificamos que o esforço de pessoas e instituições do Barreiro, que se dedicam à causa dos pobres e dos excluídos é, infelizmente, insuficiente, face à dimensão que o problema assume. Isto revela, de modo flagrante, o défice de empenhamento que existe, em confronto com aquilo que urge realizar perante tanto sofrimento gerado pela pobreza.
Acredito que a pobreza e a exclusão não existem por acaso, nem se resolvem apenas com sobras ou gestos de caridade a metro ou ao quilo. Muito tem de ser feito numa base interpessoal e directa, junto do pobre e do excluído.

Entendo a pobreza como um problema que reclama apoio pessoal para acorrer às carências, mas cujas causas só podem ser removidas, modificando os factores económicos, sociais e culturais que geram a miséria e perpetuam a pobreza. São, aliás, estes mesmos factores que se opõem às indispensáveis mudanças.
Esta pobreza continua a ser vista como um problema periférico, pretensamente resolúvel por políticas e medidas periféricas e residuais.
Embora existam programas mais ou menos elaborados de luta contra a pobreza, persistem no Bairro das Palmeiras e noutras zonas da cidade, situações de cortar o coração e isso é inadmissível, no século XXI.
Perante esta realidade, chegamos à conclusão de que a maior parte de quanto se tem feito, evidencia ineficiência na aplicação dos recursos e permite deduzir que passam ao lado as reais causas da pobreza no Barreiro.
Há que reverter este estado das coisas, alterando os modelos económico, cultural e de poder da sociedade.

O País atravessa uma crise mas devemos rejeitar o dogmatismo, o pensamento único. Teremos de reconhecer que as condicionantes existentes não determinam soluções únicas. Existem espaços de liberdade onde a intervenção humana, individual e colectiva é possível e necessária, porque há pessoas no Barreiro que estão a passar muito mal e têm vergonha de pedir ajuda. É a chamada “pobreza envergonhada”, que ninguém quer ver e todos ignoram.
Faço aqui um apelo a todos aqueles não pobres, que superem preconceitos acerca da pobreza e suas causas e estimulem comportamentos mais solidários.
A pobreza será sempre uma grave negação dos direitos fundamentais e das condições necessárias ao exercício da cidadania.
A pobreza está a alastrar no Barreiro.
Para resolver o problema, não bastarão apenas intenções, nem medidas avulsas de meia dúzia de “carolas”. É preciso que haja também um compromisso institucional, com vista a uma integração social plena.

É preciso identificar situações. É preciso ajudar!"

De Florbela Viegas
in rostos.pt

domingo, 11 de janeiro de 2009

Semana de 15 a 11 de Janeiro

Depois de termos concluído o projecto final do 1ºPerído, na Terça – feira, a primeira aula do 2ºPeriodo, começamos por idealizar todas as tarefas e a organizar as ideias que iremos realizar durante este período sendo estas, a elaboração do trabalho escrito, a construção do guião para o teatro que iremos pôr no documentário, fazer filmagens e tirar fotografias para o mesmo. Por fim, visto que a festa no Centro de Acolhimento foi um sucesso, pensamos em fazer de voluntariado no mesmo.
Na aula de Quarta-feira, pedimos ao professor para nos dispensar algumas das próximas aulas (27 e 28 de Janeiro), assim iremos fazer o trabalho de campo (entrevistas e fotografias).
Durante esta aula, grupo dividiu-se para recolher de informação e trabalhar com o Windows Movie Maker, visualização de pequenos documentários sobre a pobreza e início elaboração do guião.

quinta-feira, 8 de janeiro de 2009

Quinta feira, 8 de Janeiro de 2009

"O outro lado"





Este lado mais "negro" da vida infelizmente continua presente no nosso dia-a-dia.

segunda-feira, 5 de janeiro de 2009

Música e graffitis contra a pobreza

Utilizar a força do hip hop e do graffiti "como ferramenta para combater a exclusão social, o racismo, a desigualdade e a violência" é como Catarina Furtado entende a transmissão, hoje, às 15h45, pela RTP 1, da gala ‘Hip Hop Pobreza Stop’, uma iniciativa da Fundação Filos apoiada pela RTP, Antena 3 e Correio da Manhã.




Catarina Furtado e Sónia Araújo são as apresentadoras do espectáculo, realizado em Outubro no pavilhão Multiusos de Gondomar com a missão de dar voz à arte popular e lutar contra a pobreza e exclusão social, e que recebeu a presença de 1500 jovens.

No âmbito desta proposta, vários artistas de hip hop expuseram o seu trabalho, tal como diversos graffiters. Nuno Palhas foi o vencedor no graffiti, e verá o seu trabalho editado num livro. Por sua vez, os Caixa Torácica marcaram o primeiro lugar no rap e vão gravar um videoclip que será exibido pela RTP. Ambos os vencedores receberam 300 euros.

No final do espectáculo, o padre Maia, presidente da fundação Filos, referiu ao CM a sua intenção de recuperar esta iniciativa já a 26 de Maio do corrente ano.

"Anda muita gente a falar e a dizer o mesmo. Portanto, é necessário ouvir quem fala e pensa de modo diferente. Queremos ouvir os jovens, porque não os escutar é não percebermos o futuro", frisou. Este responsável alertou ainda para o papel da Comunicação Social na missão de alertar para os problemas da exclusão e da pobreza.






in correio da manhã